“A síndrome da generalização atingiu também o segmento da PUBLICIDADE: meia dúzia de pessoas, cujos nomes são mais do que conhecidos, usaram e abusaram do setor e função de seus interesses espúrios. No momento em que escrevo este texto, eles ainda não foram punidos, mas virou moda pessoas de todas as classes sociais _ a começar por ministros, juízes, senadores, deputados, professores, jornalistas e outros _ acusarem gratuitamente a publicidade de corruptora, corruptível, e carente de seriedade”.
Trabalho nessa atividade há
muitos anos e tenho orgulho do que faço, porque temos normas, temos um Código
de Ética que nos orienta desde o início e primamos por trabalhar dentro desses
princípios, intrínsecos de todos os segmentos que se dão ao respeito”. ( Crônicas de Propaganda, p. 17, Humberto
Mendes, Editora nVozes )


Nenhum comentário:
Postar um comentário