“Você n“Você não é pago para pensar, mas para trabalhar”, teria dito Tylor drasticamente a um operário que ousava se organizar segundo a própria cabeça. Assim, o trabalho _ que até o Século XVIII ocupava um espaço circunscrito à vida e à mente humanas _ transformam-se, com a expansão da industrialização, numa categoria hegemônica, capaz de imprimir toda a vida do indivíduo, do nascimento à morte. Até quando faz amor não é o operário que ama, é a máquina que ama por ele, como observa ironicamente Jean-Paul Sartre”. ( P. 55, Por uma Ecologia do Trabalho, O Futuro do trabalho, Autoria Domênico De Mais, Fadiga e Ócio na Sociedade Pós-Industrial, 3 Edição, Editora UnB e José Olympio Editora)
Prezados leitores, este fragmento
não por demais importante quanto os demais outros, nos afirma o capitalismo em
suas faces, a primeira na vida da CNT ( carteira nacional de trabalho ) e a
segunda, a insensibilidade do homem pós-industrial, onde o mesmo é considerado
uma máquina de trabalho, quer nas industrias ... quer nos campos (ambiente
rural), o homem como agente de mantimento domiciliar por intermédio de suas
demais horas nos campos de produções, gerando assim, o capital para mantimento
de seu País, do seu Estado, do seu Município, e da sua própria família. Gerando
muitas vezes, discriminação em sua maioria das vezes, pelo fator de convivermos
em alguns países envoltos em crises econômicas. Henry Ford, fundador da Ford In
Company, empresa automobilística nos seus discursos, deixou sair, a seguinte
frase: “A coisa mais difícil que existe, é pensar. Talvez por isto, poucos
operários se propõem a tal atividade”, entendo este fragmento como a exaltação
do Ser, Psiquê humano, em detrimento do TER, pela visão daquela personagem
ilustre, que tendo uma vida difícil, quando criança, jovem e adolescente,
conseguiu construir a referencia mundial em veículos seriados. Trabalhamos como
máquinas, e deixamos de lado, 99% do melhor, que é a sapiência e acima de tudo
a soberania do que trazemos desde nossos nascimentos, Jesus porém, demonstrou
que não é necessário ser uma máquina de trabalho para poder sobreviver. Ele
demonstrou que com muito menos, ergueu um ministério que é ETERNO, com
funcionários se revezando por cada ciclo vital.
TYRONE WILSON AMARAL – Diretor do
Stúdio & Produtora de Conteúdos Comerciais Regional
Localizado na cidade de Jequié (
interior da Bahia ), matriz.
Professor, Jornalista Web,
Publicitário e Executivo AMAKHA PARIS ão é pago para pensar, mas
para trabalhar”, teria dito Tylor drasticamente
a um operário que ousava se organizar segundo a própria cabeça. Assim, o trabalho _ que até o Século
XVIII ocupava um espaço circunscrito à vida e à mente humanas _ transformam-se,
com a expansão da industrialização, numa
categoria hegemônica, capaz de imprimir
toda a vida do indivíduo, do nascimento à morte. Até quando faz amor não é o operário que ama, é a máquina que ama
por ele, como observa ironicamente
Jean-Paul Sartre”. ( P. 55, Por uma Ecologia do Trabalho, O Futuro do
trabalho, Autoria Domênico De Mais, Fadiga e Ócio na Sociedade Pós-Industrial,
3 Edição, Editora UnB e José Olympio Editora)
Prezados leitores, este fragmento
não por demais importante quanto os demais outros, nos afirma o capitalismo em
suas faces, a primeira na vida da CNT ( carteira nacional de trabalho ) e a
segunda, a insensibilidade do homem pós-industrial, onde o mesmo é considerado
uma máquina de trabalho, quer nas industrias ... quer nos campos (ambiente
rural), o homem como agente de mantimento domiciliar por intermédio de suas
demais horas nos campos de produções, gerando assim, o capital para mantimento
de seu País, do seu Estado, do seu Município, e da sua própria família. Gerando
muitas vezes, discriminação em sua maioria das vezes, pelo fator de convivermos
em alguns países envoltos em crises econômicas. Henry Ford, fundador da Ford In
Company, empresa automobilística nos seus discursos, deixou sair, a seguinte
frase: “A coisa mais difícil que existe, é pensar. Talvez por isto, poucos
operários se propõem a tal atividade”, entendo este fragmento como a exaltação
do Ser, Psiquê humano, em detrimento do TER, pela visão daquela personagem
ilustre, que tendo uma vida difícil, quando criança, jovem e adolescente,
conseguiu construir a referencia mundial em veículos seriados. Trabalhamos como
máquinas, e deixamos de lado, 99% do melhor, que é a sapiência e acima de tudo
a soberania do que trazemos desde nossos nascimentos, Jesus porém, demonstrou
que não é necessário ser uma máquina de trabalho para poder sobreviver. Ele
demonstrou que com muito menos, ergueu um ministério que é ETERNO, com
funcionários se revezando por cada ciclo vital.
TYRONE WILSON AMARAL – Diretor do
Stúdio & Produtora de Conteúdos Comerciais Regional
Localizado na cidade de Jequié (
interior da Bahia ), matriz.
Professor, Jornalista Web,
Publicitário e Executivo AMAKHA PARIS


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